quinta-feira, 28 de março de 2019
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Curta-metragem: HOPE (our future)
A alma do mundo ainda pode ser restaurada!
A
coexistência humana com o meio ambiente, sua própria casa, foi desde o começo
problemática. Mas será que esse cenário ainda pode ser mudado?
Nas
origens da Terra como a conhecemos, inúmeras espécies surgiram e se proliferaram
por ela, e uma delas em especial, a humana, prevaleceu sobre as outras. No
início, nós humanos éramos apenas parte de um ecossistema, uma das peças para
que a engrenagem rodasse e a harmonia reinasse irredutível no planeta. Porém,
com o tempo, nossa espécie se desenvolveu. Habilidades foram aprimoradas,
impérios foram construídos, sociedades emergiram. A humanidade se ergueu em
toda sua glória e poder para com os outros animais. Mas até quando o mundo vai
aguentar essa imponência?
Junto
com toda a chamada evolução humana, vieram máquinas, guerras, crenças, fatores
doentios para o lugar que chamamos de lar. Irmãos se destruíram pelo poder,
comunidades foram massacradas pelo ódio, a Terra tornou-se esfolada pela mão
humana. E assim, os que se acham donos do mundo seguem adoecendo-o, como meros
tiranos.
Porém,
o vídeo nos mostra que no meio de tudo isso há esperança. Se a arma for trocada
pela empatia, o preconceito ceder à compaixão, a destruição der lugar a
conscientização, o mundo ainda pode sorrir feliz um dia. A evolução teve sim
seu preço, e estamos arcando cada vez mais com ele, mas por que não tentar
pagá-lo ao invés de produzir ainda mais fraturas?
Não
importa sua crença, linguagem, nacionalidade ou o que seja. Terra Mãe é fluente
em todas as línguas, conhece todos os testemunhos, é nativa de todas as
culturas. Moramos todos no mesmo lugar, e esse lar merece ser cuidado com toda
a ternura com que nos acolhe. É trabalhoso, sim, mas a harmonia humana com a
natureza, a alma do mundo, ainda pode ser restaurada. Basta querermos!
Costumávamos
crer que o globo era uma cobra enrolada, uma tartaruga gigante, até mesmo uma
combinação de animais se equilibrando um em cima do outro. De qualquer maneira,
sempre acreditamos que a Terra é um ser vivo e pulsante que nos sustenta. Sendo
assim, qual é o sentido em deixar esse ser morrer?
Diante
do exposto, o vídeo propõe uma reflexão sobre a situação atual do planeta, e
como nós, os seres que mais a destroem, podemos aprender com os erros e mudar
essa situação alarmante.
Henrique Marinho Antunes
Estudante do curso Técnico Integrado de Edificações
Instituto Federal de Educação, Ciênica e Tecnologia de Goias (IFG) - Campus Anápolis
Texto publicado em 22 de fevereiro de 2019.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Estrutura geológica e mineração no Brasil
INTRODUÇÃO
Acesso ao material de apoio textual completo pelo link: Estrutura Geológica e mineração no Brasil.
O estudo da estrutura geológica
do Brasil requer a compreensão de que o conjunto geológico brasileiro é
parte de uma unidade geológica – Plataforma Sul-Americana, que por sua
vez está contida em um imerso bloco rochoso denominado de Placa Tectônica
Sul-Americana.
A Placa Sul-Americana é uma das 7
(sete) placas tectônicas que conformam a camada denominada de Litosfera, a qual
se constitui na parte rochosa do planeta Terra. Portanto, a Litosfera é formada
pela Crosta terrestre e pela parte superior do Manto (rochosa).
Destaca-se que a Crosta
terrestre (que divide-se em crosta continental e crosta oceânica), o Manto
e o Núcleo são as 3 (três) camadas principais que compõe a estrutura do
Planeta. Embora, a estrutura interna do planeta também seja composta pela Litosfera,
como já foi citado, e pela Astenosfera, uma camada
pastosa que compreende parte do manto superior (pastoso) e se limita com a Litosfera.
A formação geológica da Placa
Sul-Americana está relacionada a dois elementos fundamentais: a Deriva
Continental e Tectônica Global/Tectônica de Placas.
A Deriva Continental é uma teoria
que visa explicar a formação dos
continentes e oceanos, sendo desenvolvida pelo pesquisador (meteorologista)
alemão Alfred Wegener, em 1912. Em 1915, ele publicou o livro "A
origem dos Continentes e dos Oceanos", em que propôs a teoria, com base
nas formas dos continentes de cada lado do Oceano Atlântico, que pareciam se
encaixar. Wegener propôs que há cerca de 220 milhões de anos teria existido
apenas um continente, a Pangéia (palavra significa “toda a terra”), o qual se
dividiu em dois grandes continentes, sendo o setentrional chamado de Laurásia e
o austral denominado de Gondwana.
Já a Tectônica de
Placas ou Tectônica Global é uma teoria que explica o movimento dos blocos
rochosos (placas tectônicas) que compõem a Litosfera e sua atuação na formação
a superfície terrestre. O movimento das
placas tectônicas ocasionam o que pode-se chamar de Tectonismo, que é o processo de
transformação da crosta terrestre.
Destaca-se que a exploração de petróleo em alto-mar, na
década de 1960, ajudou a constatar a expansão do assoalho oceânico, confirmando
a teoria da Deriva Continental e da Tectônica de Placas, pois as rochas
retiradas do fundo do mar, a medida que aumentava a distância entre o local
onde as rochas foram encontradas e a Dorsal Atlântica, aumentava também a idade
das rochas.
A partir da teoria da Deriva Continental compreende-se que a
crosta terrestre é descontínua e fragmentada em vários blocos, que são formados
por partes continentais e oceânicas. Deste modo, entende-se que a Placa Sul-Americana
é composta uma parte continental e um parte oceânica, constituídas ao longo de
milhares de anos.
Com base na teoria da Tectônica Global constata-se que a
Placa Sul-Americana está em movimento contínuo, sendo constituída de bordas divergentes (área de afastamento
entre as placas tectônicas, no caso entre a Placa Sul-Americana e a Placa
Africana), bordas convergentes (área
de colisão entre as placas tectônicas, no caso entre a Placa Sul-Americana e a
Placa de Nazca) e bordas conservativas
(área em que duas placas tectônicas se encostam a partir de um movimento
paralelo, não ocorre colisão ou afastamento de placas, no caso isso ocorre
entre a Placa Sul-Americana e Placa do Caribe, e também entre a Placa
Sul-Americana e Placa Antártica). Conforme a forma de contato entre as placas
(divergente ou convergente) há um processo diferente de transformação da crosta
terrestre.
As duas teorias apresentadas se complementam, sendo
fundamentais para o entendimento da história geológica do planeta, sua dinâmica
atual e como será o seu futuro. As unidades geológicas que conformam a Placa
Sul-Americana estão relacionadas ao desenvolvimento desses dois grandes
fenômenos: o movimento dos continentes e oceanos e a interação entre as placas
tectônicas.
Acesso ao material de apoio textual completo pelo link: Estrutura Geológica e mineração no Brasil.
sábado, 24 de outubro de 2015
A 2ª Guerra Mundial e a formação de uma nova ordem Geopolítica
A 2ª Guerra Mundial ocorreu no
período de 1939 a
1945, contudo as condições para deflagração da guerra haviam se estabelecido no
fim da 1ª Guerra Mundial, pois as condições impostas aos países derrotados e a
redefinição territorial do leste europeu ocasionaram um situação de conflito
permanente.
Outros fatores também possibilitaram
a emergência da 2ª Guerra: a implantação do socialismo e a consolidação da
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), os acordos de paz, a crise
de 1929 e a intensificação do nacionalismo, fato que motivou o desenvolvimento
dos partidos nazista e facista.
A crise de 1929 começou nos EUA com
a quebra na bolsa de valores de Nova York, devido a super produção em
detrimento do consumo. Como essa bolsa de valores era a mais importante do
mundo, a crise se estendeu por todas as nações que com ela se relacionava.
Material de apoio completo (link para baixar)
A 1ª Guerra Mundial e a expansão territorial
A 1ª Guerra Mundial ocorreu nos anos
de 1914 a
1918, no seguinte contexto.
Com a expansão imperialista as
potencias europeias conquistaram grandes áreas na África, Ásia e Oceania, com o
intuito de aumentar o mercado consumidor dos produtos industrializados, agora
produzidos a partir das transformações provocadas pela 2ª Revolução Industrial.
Porém, países como Itália, Japão e Alemanha, onde o processo de
industrialização ocorreu no fim do século XIX, entraram tardiamente nessa
disputa neocolonialista.
Assim, a disputa pela ampliação do
mercado mundial originou vários conflitos que não foram resolvidos de forma
diplomática, fato que indicava que o conflito direto entre as nações
industrializadas seria inevitável.
Portanto, a tensão entre as
potencias europeias, principalmente entre Alemanha, França e Inglaterra, resultava
da disputa por territórios e mercados. Os empresários buscavam novos mercados o
que levou seus governos a disputar colônias na África e na Ásia. As potencias europeias também fechavam seus mercados aos produtos estrangeiros tentando
impedir a expansão econômica dos países concorrentes. Essa disputa envolveu
principalmente interesses ingleses e alemães.
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